Unção dos enfermos

É comum ainda nos tempos atuais, vermos o pavor que tantas pessoas têm do Sacramento da Unção dos Enfermos, alegando que a presença do padre, junto ao doente, traz mau agouro e por isso deixam de solicitá-lo ou só o chamam quando o enfermo já está inconsciente para não assustá-lo, por pensar que o sacerdote vem anunciar a morte.
As atitudes acima revelam a falta de evangelização salvadora e de uma catequese esclarecida. A Unção dos Enfermos é o sacramento da salvação total, do corpo e do espírito ao mesmo tempo. É o sacramento da esperança, porque ajuda o doente a entregar-se confiante nas mãos de DEUS. Jesus sempre teve um grande carinho pelos doentes.
O Senhor ressuscita renova este envio e confirma, através de sinais realizados pela Igreja ao invocar seu nome: “Quando colocarem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados” (cf. Mt 16,18).

A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa flata de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos.

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